E aí, eu pergunto...
sei que dói, eu sei como a dor do fim dói. mas, às vezes, é preciso ter coragem e se perguntar: é amor? porque de uma grande amizade pode vir a surgir um amor, assim como um amor pode vir a ser apenas amizade, pode vir a ser uma boa convivência, alguém com quem confortavelmente podemos contar. e aí, eu lhe pergunto: é amor? existem aqueles olhos-no-olhos, dois(dois!) corações a bater mais forte, ansiedade no silêncio, na espera? existem os sonhos, os cantos, a ligação invisível e inexplicável que só aqueles que se amam conseguem ter entre si? é, moça, é preciso ter coragem para fugir da comodidade que te cerca e buscar, mesmo que longe, a tua felicidade. procurar aquele sentimento que fica escondido nos poemas, nas melodias, nos contos de fada.. muitas vezes é ‘dar a cara à tapa’, é arriscar, é ter grande chance de perder, se magoar; e mesmo assim não aceitar a dúvida como resposta. não aceitar meios termos, meias palavras, meios sentimentos, meio coração. sabe pequena, o que é nosso vem, e nos faz inteiro, completa cada pedacinho de nós, sem deixar vazios ou sobras. e ‘enquanto houver vida, há esperança’, enquanto tiver um coração batendo aqui dentro, só permitirei que acesa, e só assim, esteja a chama.
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