sexta-feira, 17 de agosto de 2012

nossos olhos se encontravam e nada mais parecia existir, só eu e ele, apenas nós. mesmo nas mais difíceis frases como: "existe outro alguém", "eu não quero ver você sofrer", ainda assim, eu via nos olhos dele um sorriso. labirintos onde me perdi, cheios de mistérios. ilegais? talvez. ninguém disse um não! custou muito um lado a lado, estávamos em fuga; mas foi inevitável a atração - os tais olhos - também não houveram chances de perguntas, palavras ou decisões. simplesmente nos deparamos conectados numa dança, num abraço. sintonizados. foi o nosso momento ímpar, só nosso, como deveria ser. e foi. guardado em dois versos, na memória e no coração. 

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