quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
esquecimentos pelo avesso
Boa noite gente, dessa vez eu fiz direitinho até bordei as palavras pra não deixar escapar nenhum desses meus pensamentos... Acho que esse texto é feito de esquecimentos pelo avesso, feito de momentos que de tão vivos na memória renascem aqui nessas palavras.. Desde o fim de junho de 2014 começamos a dividir explicitamente esse sonho juntos, Efraim lá como nosso administrador do grupo do face.. alguns foram chegando depois e somando na equação, ouros caíram de paraquedas, né Carol, Doug, Mayke... Do estranhamento inicial a convivência diária, viemos dentro desse incontáveis e imensuráveis meses dividindo muito mais que uma experiência de intercâmbio juntos, nós sem sombra de dúvidas estamos dividindo umas das mais loucas, intensas e inesquecíveis experiências de nossa vida. De uma maneira muito natural fomos formando laços que muitas vezes extrapolaram o limite de amizade, e viramos uma família. Mãe Bela, painho, João, e todos os irmãos que foram surgindo a cada dia.. Do mais novo ao mais rebelde, da Caroline de menor, ao Pedro mimado pelo pai... Primos, tios, parentes que foram se agregando a família, que vai do sul ao norte do Brasil, uma família rica em sotaques, de uma pluralidade brasileira sem igual. Acho que essa é umas das melhores bagagens que vou levar pra casa, levo um coração batendo em cada canto do meu país, levo o nome de um lugar, levo um prato típico, uma dança e palavras que as vezes nem existem no dicionário, né Marina? Levo o x e as belas artes do rio junto com Manu, Jonatas, Vic e Carol... Levo o R's mais puxados de Caroline Zotin e de Bebe Victoria. Levo o dai do sul que peguei emprestado com a Laralannys... Levo os uais, sô, e as mais fofas interjeições mineiras que peguei lá com a Fla, Bella e João. Levo os curtas de Wellington, levo Carangola de Larissa, as cantorias do Cucas. levo o açaí da Lola, Marcos e Ana, levo a Diva Mana do Fi, o charme de Pelotas no olhar do Pedro, os abraços de Vitória do Espírito Santo pelo carinho do Rafa, levo a Brasília de Lígia, a Curitiba de Myuka e Vic, levo o pachorra e a Campinas de Cynthia, a doçura e talento da Tami. Levo o sorriso da Laurinha e o azul dos olhos do Mayke, levo a dança mais charmosa da minha pequena Caroline e o brega mais arrochado do Efra. a gentileza e calmaria do Bruno, levo a vida a maresia do Paulo, de som e surf. Levo as gargalhadas mais saborosas da Cris, e o jeito mais livre de encarar a vida da Flávia. Levo Bombinhas e toda a beleza do litoral catarinense da Bubu, levo a alegria e leveza do Diego, levo a Floripa pelos olhos da Cíntia... Levo a garra da Vanessa como inspiração, levo a maestria de Gil pra sambar bonito nessa vida, levo o jeito bacana e desenrolado do Victor, as piadas e o coração gigantesco de Larisse. Levo um pouco que conheci da Juliana, e o tanto que sei sobre Canoinhas e Laguna do meu sócio Doug, as joias mais preciosas do Kaio e os mobiliários mais caprichados do André.. Acho que eu estou levando mais que o dobro de mim nessa volta e esse sentimento todo que está aqui dentro não tem explicação. Obrigada por todo carinho, apoio, abraços, ouvidos, pelas conversas no Byte, no Yellow, nos corredores do Monty, pelas danças no Seed, no Ampersand... Eu preciso finalizar esse texto, porque prometi pra mim mesma não me demorar demais nessa prosa, apesar de que é tanta história que está passando na minha cabeça que é quase impossível ter poder de síntese. Boto rex branco, fica como o título de uma história engraçada, feliz e inesquecível das nossas vidas, desse G3 que veio da gentileza, que é carinho, amor e a partir de hoje saudade.
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