terça-feira, 30 de outubro de 2012

sim, falou pra mãe, pra tia, pro cara do pão, pro homem do gás. ares de graça, sorrisos discretos. gritou da janela, escancarou a porta, correu na rua, subiu no banco da praça. dedilhou palavras, seguiu  estrelas, pendurou na lua, pinchou no muro, rabiscou na cadeira. colou no poste, a cena incerta, da história doce, do novo filme, em versos. das músicas, poemas. de dois, mãos dadas. de fim, um sonho vivendo acordada.

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